-POV: Artemísia-
Ylva estava em meus braços, o sangue escorrendo pelas vestes brancas, tingindo de vermelho tudo que antes era pureza. Sua respiração era fraca, entrecortada, como se cada fôlego fosse uma batalha.
— Não… — murmurei, pressionando o ferimento com a mão trêmula. — Você não vai partir. Não agora.
Ela tentou sorrir, mas o gesto se perdeu na dor. Seus olhos, ainda vivos, me encararam com uma ternura que rasgava o peito.
— Artemísia… — disse, com a voz rouca. — Você… é tudo que esperá