O chalé parecia menor naquela noite.
A tempestade do lado de fora havia perdido força, mas dentro da sala, a tensão parecia se concentrar no ar como eletricidade prestes a estourar.
Ricardo, Camila e Caio estavam reunidos ao redor da mesa rústica, iluminada apenas por uma luminária amarela que projetava sombras longas nas paredes de madeira.
Caio foi o primeiro a quebrar o silêncio, puxando uma cadeira e se sentando com o ar ainda inquieto.
— A gente não pode adiar isso — disse, direto, olhando