O quarto estava silencioso, exceto pelo som de respirações compartilhadas. A luz suave da lua entrava pela curtina, iluminando os traços de seus rostos, revelando cada detalhe, cada emoção contida. Adrian segurava Camila próxima, os corpos colados de forma natural, intensa, mas sem pressa.
— Eu nunca pensei que poderia sentir isso — murmurou ele, a voz rouca, próxima ao ouvido dela.
— Eu também não — respondeu ela, pressionando a testa contra a dele — mas não quero mais pensar nisso. Quero sentir. Agora.
Os lábios se encontraram novamente, dessa vez com mais intensidade, cada beijo prolongado, carregado de desejo e cuidado. As mãos dele exploravam lentamente as costas dela, sentindo cada reação, cada arrepio, cada pequeno movimento. Ela respondeu instintivamente, envolvendo os braços em torno do pescoço dele, aproximando-se mais, sentindo cada toque, cada batida do coração.
O corpo dele pressionou-se levemente contra o dela, suficiente para aumentar o calor entre eles, mas sem quebrar