Julia Davenport
Aprendi a minha lição sobre dar açúcar à Lily. A coisinha se transformou em um diabo da tasmânia mirim assim que o doce bateu em sua corrente sanguínea. Convenci a mim mesma que havia sido fruto da privação que ela sofrera por tempo demais, e não porque a deixei comer quase dois potes inteiros sozinha.
A levei para correr no jardim, onde o cão do inferno girava em círculos para a menina, mas parava e mostrava os dentes toda vez que me encarava. Então, em uma tentativa bem idiota