Bárbara
Anderson me estende a mão pra me ajudar a levantar, quando estou de pé ele me abraça, eu não aguento e o abraço mais forte. Desde a morte da minha mãe me sentia muito sozinha e estava precisando de um abraço desse, me sinto acolhida e protegida, por mim ficaria ali horas e horas em seu braço, mas ouço buzinas atrás de nós e voltamos pra realidade, saímos do meio da rua e fomos pra praça onde estava.
— Você está bem Bárbara? Se machucou? — Léo pergunta preocupado.
— Estou bem, não se pre