O despertar de Luna foi lento, como se sua consciência estivesse emergindo de um sonho particularmente profundo e doce. Quando abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi o peso luxuoso do lençol de fios egípcios contra sua pele e o perfume de Sebastian impregnado nos travesseiros.
Ao se espreguiçar, percebeu que estava sozinha na imensidão daquela cama. Mas o que realmente a fez parar foi a consciência de sua própria nudez sob o tecido fino. Um sorriso involuntário e radiante surgiu em se