Ao erguer os braços, parte da lateral do pescoço de Luna fica à mostra… e ali, logo abaixo da linha da orelha esquerda, havia uma pequena marca de nascença. Um coração perfeito.
Benjamin percebe. Ele inclina levemente a cabeça, observando por um segundo a mais.
— Engraçado… — murmura.
Luna o encara, confusa.
— O quê?
Ele aponta de maneira educada.
— Sua marca.
Instintivamente, ela leva a mão ao pescoço.
— Ah… — um meio sorriso surge. — Sempre disseram que parece um coração.
— Parece nã