Ela não sabia quanto tempo havia passado, o primeiro sinal de que algo estava errado foi o silêncio — um silêncio irreal, como se a casa inteira estivesse segurando a respiração, como um mergulhador antes de emergir das profundezas.
— Rachel abriu os olhos devagar, ainda zonza, com a nuca dolorida, como se os ecos de um pesadelo a seguissem.
— Instintivamente, estendeu o braço para onde sempre colocava Roxy para dormir, mas encontrou apenas o vazio, um abismo que a envolvia em incerteza.
O coração congelou, batendo de forma irregular, e uma sensação de pânico começou a se espalhar pelo seu corpo. — Onde está a Roxy?
Sentou-se de uma vez, o corpo inteiro arrepiado, como se tivesse sido mergulhada em água fria. —Seus olhos percorriam freneticamente o pequeno quarto: — o colchão desfeito, o canto perto da parede onde suas fraldas costumavam estar empilhadas, o piso de madeira que agora parecia mais sombrio sob a luz fraca que se filtrava pela cortina. — Nenhum sinal do bebê conforto qu