O relógio já passava das dez quando Nicolas apareceu na sala de apoio com duas sacolas de comida japonesa.
— Fiz um favor pra gente — disse, pousando os potes e os hashis sobre a mesa. — Se depender do café da máquina, a gente não chega vivo até amanhã.
Aurora sorriu, mas o gesto veio carregado de cansaço. Desde o início da noite, enquanto revisava cenários e planilhas ao lado de Nicolas, sua mente insistia em escapar e sempre para o mesmo lugar.
Henrique.
— Você salvou a noite — disse ela, se