Valentina acordou com a sensação de que alguém havia batido dentro de sua cabeça durante a noite inteira.
Abriu os olhos devagar, incomodada até pela luz fraca que atravessava a cortina. A boca estava seca, o corpo pesado e havia um gosto estranho de vinho que parecia ter permanecido em sua língua.
— Nunca mais — murmurou, fechando os olhos novamente.
A promessa não durou nem cinco segundos.
Assim que tentou se sentar, uma pontada atravessou sua cabeça. Valentina levou a mão à testa e respirou