Eu me ajoelhei ao lado dele, a visão de Mathias me partindo em pedaços. Meus dedos tremiam sem saber onde tocá-lo, tentando encontrar algum sinal de vida além da dor que estava estampada em sua pele. A sensação de impotência me esmagava.
— Só aguente mais um pouco, Mathias, por favor, meu amor! — Eu soluçava, minha voz quebrando com cada palavra. — Não pode ser o fim. Você tem que lutar, por nós. Por mim.
Eu precisava que ele vivesse. Eu precisava de mais tempo com ele, não podia aceitar que e