Isabella Conti.
Alessio, eu te amo.
Essas palavras ecoam na minha mente enquanto a escuridão começa a me consumir. As horas se arrastam, e a incerteza me deixa cada vez mais angustiada. A solidão do quarto parece sufocante, e eu luto contra o medo e a desesperança.
De repente, a porta se abre, e um frio cortante percorre minha espinha. É Salvatore. Meu coração dispara.
— Por que você está aqui? — Pergunto, com a voz tremendo de medo.
— Vim saborear a sobremesa. — A resposta dele é acompanhada d