Na manhã seguinte...
— Oh, merda! — resmungo dolorosamente quando abro os meus olhos e sinto a minha cabeça latejar furiosamente. Uma rodada de dez shots após errar algumas perguntas daquela lista interminável sinto que não quero beber nunca mais na minha vida. — Amor? — resmungo passando a mão do meu lado da cama, porém, o sinto vazio e atordoado ergo a minha cabeça para olhar ao meu redor. — Olívia? — Uma batida na porta do quarto me faz sentar no colchão e percebo que ainda estou vestido com