Olívia
— Athos! — Puxo o fôlego quando ele finalmente deixa a minha boca para beijar a lateral do meu pescoço. No ato, me permito fechar os meus olhos e viajar nas sensações que os seus beijos me causam. Ardência, tremor, calor, afobação e... Deus, eu preciso fazê-lo parar. A minha consciência cobra pela minha sanidade. — Athos, Athos por favor, precisamos parar!
— Não, não faça isso comigo, Olívia, por favor! — A sofreguidão em sua voz em conjunto com seus beijos e as leves sugadas na minha pe