Mundo de ficçãoIniciar sessão"O ato de sobreviver transforma seres em coisas inimagináveis". Num mundo onde todos lutam por sobreviver, ganha aqueles que estão dispostos a sacrificar tudo para ascender ao poder. Numa era longínqua habitada pelas mais terriveis criaturas e conflitos intrigantes, qual povo vencerá a guerra que por milhares de anos é travada entre elfos e humanos?
Ler maisMeses se passaram dentro daquela escura cela. Ártemis se mantia forte e resistente aos cortes feitos em seu corpo, às chicotadas que levava, até mesmo no rosto e até mesmo as agressões que perpetuavam sob seu corpo.Deixaram-na totalmente despida, só com uma tocha para aquecer suas noites e sua mente para escapar da realidade daquela torre. Não sabia ao certo se conseguiria sair dali. A torre prisão não possuía portas nas celas, dando liberdade para que seus presos tentassem fugir. Aqueles que ousavam tentar, morriam sempre, caindo em alguma vala profunda, estatelando-se ao chão numa queda de trezentos metros. Possuía um sagredo por trás daquela torre, o qual só o conselho sabia, isto incluía Ártemis e sua família, que antes pertenciam. Por esse motivo nem ela e nem seu irmão tentavam a sorte com a torre-prisão.–Cheguei minha pequena Ártemis!—brincava Sandor, apalpando seus seios. Era um sujeito nojento, baixo e corcunda, com uma das orelhas cortadas pela metade
Depois de mais de meses preso nas ilhas Pratas, Klaus começava a delirar, considerando a possiblidade de viver ali pelo resto de sua mísera vida. Todo ouro que havia roubado, gastara com bebidas e prostituas. Deixara a barba e o cabelo crescer, caindo-lhe até os ombros, ressecados e bagunçado. Um ninho de pássaro seria muito mais bem visto.Levanta-se da cama de um bordel, com duas mulheres ao seu lado, belas e nuas.–Bom dia, meu herói!—dizia uma das garotas, dando risinhos abafados.Klaus acordara com uma enorme dor de cabeça, e uma garrafa ao pé da cama, sem lembranças da noite passada.–Como é?—Não entendia a situação. Na verdade, não entendia nada do que acontecia ali.–Não se lembra?—perguntou a outra garota. Possuía seios grandes e rosados, pele tão clara que Klaus não conseguia entender como não queimava naquele calor das ilhas pratas.–Do que eu devia me lembrar?—perguntara, torcendo as sobrancelhas.–Pagou-nos para fazer sexo com você.—disser
Enquanto seguiam rumo as terras do norte, em direção a Draesill, Alleister pensara na noite em que encontrara com o sujeito que havia lhe passado sua mais nova missão. Matar um rei não seria fácil, mas estava disposto a voltar com a cabeça dele de todo jeito.A manhã estava tranquila, o sol raiava no límpido céu azul, a brisa do mar refrescava seu rosto e os homens do convés cantavam os mais alegres cânticos que conheciam em uníssono, tentando esquecerem do fato de estarem a deriva. O cheiro da salmora penetrava pelo nariz a medida que os dias passavam, se tornando mais forte e ressecando mais e mais suas ventas. O Fortaleza aguentava bem uma viagem de dez dias. Contudo o vento não estava a favor do capitão Salt haviam algumas semanas. Encontravam-se perdidos, em algum lugar perto da costa de Crismonth adentrando a baía dos piratas.Kallis sofria de insolaçã
A rainha se encontrava aos prantos, acorrentada pelos braços e pés no quinto piso. Haviam-lhe chicoteado as costas até deixar a carne viva, aparecendo-lhe levemente o branco de seus ossos. Coberta por sangue e pus. O carcereiro chegara-lhe para alimenta-la, tudo que tinha direito ali era uma fatia de pão velho e uma concha d'água. Escorria-lhe pus das feridas e não sabia ao certo quando seria a próxima vez que a tortura começaria. Aos fundos, ouvia-se a voz de Anphoros, esganiçada e cheia de dor, o estalar do chicote ecoava juntamente, num lamento horrível de choro.–Por favor!!— chorava a rainha. Se não fossem pelas correntes, teria ajoelhado e implorado por misericórdia.—poupe-os.Sempre que entrava ali, o carcereiro rasgava-lhe mais e mais o único tecido que cobria seu corpo. Deixou seus seios à mostra. Pegando-os e brincando com eles.–Pare!—implorava.— Por favor, pare!—sentia novamente suas costas, numa dor insuportável.Colocou as mãos por entre suas pernas, desliz





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