Benjamin segurava a mão quente e húmida de Samara, caminhando sem desviar o olhar.
Ele percebeu que a palma da garota estava suada de nervosismo, e um sorriso de leve desdém, mas também de ternura, surgiu em seus lábios.
— Benjamin, por que não vamos para o estacionamento subterrâneo? — Samara perguntou aflita ao ver que estavam chegando ao saguão do hotel.
— Meu carro está na entrada principal. O estacionamento subterrâneo é muito longe.
— Mas... Mas lá fora está cheio de gente, cheio de jorna