Dante estava parado na porta do quarto do hospital, olhando para as duas fileiras de guardas alinhados no corredor. A postura impecável e as expressões sérias, além da atmosfera opressiva, faziam-no tremer de medo.
A porta se abriu, e o som das botas militares ressoou no chão com um toque frio e firme.
Arthur saiu, ajustando o boné militar sem demonstrar nenhuma emoção. Anos de serviço militar e disciplina rígida permitiam-lhe esconder suas emoções em público.
- Saudação! - Os guardas se postara