— Eu? Tô bem, tô ótima. — Dora semicerrava os olhos enquanto dava um leve toque no cigarro com os dedos finos e pálidos, deixando a cinza cair. — Não tenho família. Meu lar é o mundo.
— Que conversa é essa? Se você não tem família, eu sou o quê, então? — Olívia respondeu, puxando o braço dela com carinho. — Eu sou sua mestra, e isso me torna sua família.
Dora, com o cigarro entre os dedos, inclinou-se e ergueu o queixo de Olívia com um gesto provocante, exibindo um sorriso que misturava charme e