Gael encarava Diogo com um ódio quase palpável, os olhos fixos naquele rosto que encenava inocência e bondade com perfeição. A raiva, que parecia subir diretamente de suas entranhas, estava prestes a explodir.
Quando ele já não conseguia mais se controlar, Jair interveio a tempo, lançando-lhe um olhar discreto. Aquele olhar frio e calculista foi suficiente para trazer um pouco de lucidez à mente descontrolada de Gael.
Ainda no carro, Jair já tinha deixado claro que, dessa vez, talvez não fosse O