Naquele momento, Diogo caminhava lentamente na direção deles, com passos pesados. Ao ver a cena diante de seus olhos, sentiu uma dor aguda no peito, como se milhares de flechas o atravessassem. A sucessão de golpes devastadores parecia estraçalhar sua alma.
Diogo se agarrou com força à grade, os dedos da mão esquerda crispados, enquanto a mão direita tremia involuntariamente sobre o coração.
"Dói tanto... Por que dói assim? Parece que vou morrer de dor."
— Sr. Diogo! O senhor está bem? Está sent