Charles levou menos de quinze dias para passar do momento crítico de sua lesão, do resgate e do coma profundo até o despertar. Se fosse uma pessoa comum, talvez nem tivesse sobrevivido ao atendimento de emergência; e, mesmo que sobrevivesse, um coma de meses não seria algo improvável.
Gabriel, ao analisar o caso, chegou à conclusão de que, além de Charles ter uma constituição física naturalmente superior, sua longa experiência na vida militar também o havia preparado para resistir melhor a danos