"Eu ainda não gosto dela, e acho que nunca vou gostar dela, mas entendo a mamãe", ele finalmente diz depois de um tempo. "Vou convidá-la então, mas não espere que eu seja amigo dela."
Eu aceno, meu sorriso ficando maior. "Obrigada, meu amor."
Ele me abraça, e meu coração se acalma. Não abraço meu filho há mais de uma semana e meia. Foi bom tê-lo em meus braços novamente.
"Eu te amo, mamãe", ele murmura contra meu peito.
Meu coração dispara. Há algo sobre seu bebê te chamar de mamãe, mesmo que el