Meu coração começa a ficar descontrolado e o pânico começa a se instalar.
Eu sacudo ela. Eu a pego antes que ela caia no chão. Torcendo-a, faço com que ela fique deitada no meu colo. Sussurro o nome dela novamente, mas ela ainda não responde.
Com as mãos trêmulas e os ossos carregados de medo, verifico seu pulso, com medo de não sentir nada. Suspiro de alívio quando sinto seus batimentos. Estava um pouco fraco, mas estava lá. Eu respiro aliviada. Não sei o que teria feito se não tivesse encontra