Capítulo 155

A mansão Bragança dormia em silêncio.

Jorge estava no quarto, o olhar perdido entre papéis e livros abertos, relatórios antigos, anotações de reuniões e panfletos de um tempo que ele insistia em chamar de “passado”.

Pegou o copo de uísque e o levou aos lábios, mas parou no meio do gesto quando o celular vibrou sobre a mesa.

Uma única mensagem. Sem nome. Apenas um número desconhecido.

“Me encontre na estrada velha, meia-noite.”

Jorge sentiu um arrepio. As palavras, o tom…

Era um código. Um que
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