Clarice Martins
— Antes que a senhorita pergunte, eu tenho porte de arma. — sua voz soou.
— Isso é bom… Acho que resolvemos aqui. — digo com naturalidade, apesar de ter certeza de que os dois malfeitores teriam problemas para chegar em casa.
— Espera um pouco! — Me virei para o grandão ao meu lado.
Quase prendi o ar com o impacto de sua presença:
"Reaja, mulher. É só um homem!"
Homem este que mexia com cada parte do meu ser, sem explicação ou motivo.
Uma leve brisa passou por nós, trazen