“Os pés cansados caminharam devagar, tentando não ficar ainda mais cansado, os olhos velhos e que já viram inúmeras coisas repousaram no amigo que estava sentado na cadeira de sempre.
— Você veio... — Julian murmurou se sentando na cadeira do lado, encarando a noite que estava tão bonita!
— Jamais te deixaria sozinho, amor! — Bruno segurou a mão do outro — a quanto tempo?
— Faz nem vinte minutos... acha que vai doer?
— Não sei..., mas vou estar ao seu lado, hum? — Bruno sorriu — e sempre vo