O punho dele era muito menor do que o de Geovane.
- Está pedindo para morrer!
Geovane resmungou friamente e canalizou sua energia interna, liberando-a mais uma vez com um impulso.
Seguido por um estampido.
Os punhos dos dois se chocaram violentamente.
Ademir permaneceu imóvel, apenas o chão sob seus pés se quebrou em pedaços.
Por outro lado, Geovane, no instante do impacto, grunhiu abafadamente e foi jogado violentamente contra a parede, fazendo um buraco nela.
Seu braço, que foi usado no choque