Naquele momento, dentro do escritório, Diya estava sentada no sofá, massageando os ombros de Mestre Santos, sentindo-se profundamente culpada:
— Mestre Santos, me desculpe, estamos no Ano Novo e eu ainda assim lhe dou motivos para se preocupar.
Mestre Santos, com uma expressão carinhosa, acariciou a mão de Diya, tentando confortá-la:
— Eu sei de tudo entre você e Zeus. Você não se deixou abater quando subiu? Esses anos foram difíceis para você, esse moleque foi injusto com você, e Luiza também a