No final, Karina ficou.
Como Ademir havia dito, ele apenas a abraçou e dormiu tranquilamente, sem fazer mais nada.
Mas, por algum motivo, Karina se sentia desconfortável. Em comparação com os momentos anteriores de intimidade, aquele simples abraço parecia ser ainda mais íntimo.
A palma de sua mão suava, e ela simplesmente não conseguia dormir.
A respiração do homem foi gradualmente se acalmando, parecia que ele tinha adormecido.
Era hora de ir.
Karina controlou sua respiração, cuidadosamente af