Karina estava sentada, imóvel.
Aquele tipo de caixa... Não precisava ser aberta para se adivinhar o que havia dentro. Com certeza era um colar ou uma pulseira, algo do gênero...
Levando em conta o buquê de rosas brancas que ele lhe deu, era bem provável que o presente também não fosse barato.
Mas, no momento, o valor não era a questão; o problema era que ela não podia aceitar.
Karina franziu a testa, sentindo como se tivesse dado um passo em falso, afundando em terreno lamacento.
— Abra logo. —