— Está bem. — As pétalas quase tocavam seu rosto e, vendo que não conseguia se esquivar, Karina acabou aceitando. — Obrigada.
— Não foi nada. — Vasco sorriu, fazendo um gesto com a mão e apontando para a própria cabeça. — Você curou minha doença, sou muito grato a você. O que é um ramo de flores perto disso? Ah, a propósito, sobre o presente que você mencionou antes, já decidiu o que quer?
Karina ficou em silêncio.
Claro que já tinha decidido.
Na verdade, desde o começo, Karina se aproximou dele