Depois de desligar o telefone, Ademir ficou um pouco atônito.
— Tio! Tio!
Mas Ademir não teve tempo de pensar muito.
A pequena bola fofa puxava com força a barra de sua calça, tentando com todas as forças escalar seu corpo. Seu rostinho já estava vermelho de tanto esforço, mas ela continuava sem conseguir se mover.
A criança parecia tão frustrada que estava prestes a chorar.
Ademir suspirou suavemente, com a testa franzida. Finalmente se abaixou, estendendo os braços para pegá-la no colo.
Sentiu