— Tá bom. — Ademir respondeu imediatamente, tirando o casaco e se deitando ao lado dela. — Dorme.
Karina não disse nada, mas ele sentia a tristeza que preenchia o coração dela.
Ainda assim, Ademir acreditava que tudo aquilo passaria, que as coisas iriam melhorar... E que ele estaria sempre ao lado dela.
...
Devido à condição especial de Karina, a polícia não exigiu que ela fosse até a delegacia para prestar depoimento; foram os próprios policiais que se dirigiram até o quarto do hospital.
Durant