— Sr. Ademir... — A garota mordeu o lábio inferior, falando baixinho e de forma tímida. — Eu me chamo Karina...
De repente, o ambiente ficou tenso.
Enquanto ao redor tudo parecia barulho e agitação, esse canto estava isolado, como se uma barreira tivesse sido levantada, anulando toda a confusão ao redor. O silêncio, incomum e desconcertante, pairava.
— Karina, Karina... — Ademir repetiu o nome dela, parecendo sorrir, mas sem realmente demonstrar alegria. Seu rosto não revelava nem raiva nem fel