Júlia murmurou baixinho:
— Tudo é feito pelas pessoas. Se não tentarmos, como saberemos se é possível?
Mal ela terminou de falar, a porta do banheiro se abriu, e Karina saiu.
Júlia puxou seu marido para perto e disse, rapidamente:
— Não vamos falar mais sobre isso.
Então, se voltando para Karina, ela abriu um largo sorriso e disse:
— Karina, venha, aproveite enquanto está quente. Não sei exatamente o que você gosta de comer, acabei esquecendo de perguntar. Se não gostar, é só me avisar.
— Tia Jú