Ademir segurava a colher e a aproximava dos lábios de Karina.
Parecia tão atencioso.
No entanto, Karina não conseguia evitar a lembrança de uma cena que presenciou mais cedo naquele dia, no quarto de hospital.
Naquele momento, Ademir também alimentava Vitória dessa maneira...
Seu coração se apertou com uma dor aguda, e Karina franziu ligeiramente a testa:
— Não precisa...
— Karina. — O homem apertou os olhos, visivelmente um pouco irritado.
— Eu só quero dizer que posso fazer isso sozinha. — Tem