Karina ficou paralisada, olhando fixamente para as costas de Ademir, sem saber o que fazer.
"Ele vai pensar? Como ele vai pensar?"
...
Depois daquele dia, Karina passou a morar na Rua de Francisco Antônio.
Todos os dias, ela ia a pé para o Hospital J, vivendo de acordo com o plano que havia feito.
E Ademir não voltou mais para perturbá-la.
No entanto, não sabia por que, mas Karina sentia algo estranho, uma sensação de medo que a tomava sem explicação.
Ela não conseguia identificar exatamente o q