Ademir não conseguia respirar.
Era como se uma felina selvagem tivesse arranhado seu peito com força, deixando algumas feridas sangrentas.
Essa sensação não era nada boa.
Seu rosto, embora atraente, não expressava nada, mas ele abriu a boca e, com um leve sorriso, disse:
— Eu sou bom para a minha esposa. Como poderia ser uma perda de tempo? Além disso, enquanto você for minha esposa, não há como escapar de mim. Então, por favor, continue assim.
"É mesmo?"
Karina curvou os lábios e respondeu:
—