O silêncio dentro do elevador era sufocante.
O rosto de Karina estava pálido, sem um traço de cor.
Ao vê-la assim, o coração de Ademir estremeceu, e ele desejou dar um tapa em si mesmo. Como pôde, ao se irritar, começar a falar sem pensar?
— Karina... — Ademir estava arrependido, mas não sabia como se desculpar. — Não era isso que eu queria dizer, eu só queria...
Karina esboçou um leve sorriso e ergueu o queixo:
— Você está certo. Alguém como eu não merece a sua preocupação. Por favor, não s