Ademir, com os olhos fixos, viu a flor que Karina havia comprado. A foto na lápide mostrava uma mulher muito jovem. Seus traços lembravam um pouco os de Karina. Ao olhar para baixo, ele leu as palavras gravadas na pedra: “Mãe, Heloísa...”
Mãe.
Ademir esboçou um sorriso frio, e uma onda de gelo subiu de seus pés até o coração. O que mais ele precisaria entender? Karina estava visitando o túmulo de sua mãe!
Ele a encarou intensamente e, com a voz baixa, perguntou:
— Então, essa é a tal “anciana”