De repente, Karina parou de sorrir.
Sua expressão ficou séria, e ela perguntou:
— E você, o que acha?
Será que...
O semblante de Ademir também mudou. O grampo de cabelo de que ela estava falando era...
— Sim. — Karina não precisou que ele respondesse; ela mesma falou. — Era aquele, o que você deu para a pequena borboleta.
Imediatamente, Ademir sentiu a boca seca, a língua parecia estar toda enrolada, e ele não conseguia dizer nem uma palavra sequer. Uma camada de suor frio começou a escorrer