— Karina, Karina...
A garganta de Túlio estava apertada, sem conseguir emitir som algum, incapaz de falar, apenas repetia o nome dela incessantemente.
Karina ouvia em silêncio, e então disse:
— Nuvem, adeus.
Fez uma pausa de dois segundos antes de desligar o telefone, permanecendo em silêncio, sem dizer mais nada.
Patrícia a observava discretamente. O rosto, com uma maquiagem impecável, estava seco.
Karina não chorava.
Por algum motivo, naquele momento, Patrícia sentiu uma pontada