Júlio, Enzo e Bruno ficaram em silêncio, observando furtivamente a expressão de Ademir. As portas do elevador começaram a se fechar lentamente de forma automática.
De repente, Ademir estendeu a mão.
Sua mão ficou presa nas portas.
— Ademir! — Júlio e os outros correram para ajudá-lo. — Se precisar de algo, pode nos dizer!
Ademir segurou o braço que havia sido preso e disse:
— Está tudo bem.
Foi apenas um impulso.
Ele apenas pensou de repente: A Karina veio aqui para jantar, não foi? Com quem ela