Ademir, sem dúvida, estava furioso, sentindo como se um incêndio estivesse queimando dentro de si, crescendo cada vez mais.
Ele se esforçava ao máximo para conter suas emoções, mas ao pegar Karina pelo braço e puxá-la bruscamente, não disse uma palavra, simplesmente se virou e começou a andar.
O aperto firme no pulso de Karina a machucou, ou talvez fosse a expressão assustadora dele que a deixou ainda mais abalada. Em um murmúrio, ela perguntou:
— Para onde estamos indo?
— Para casa! — Ademir l