— Certo, está bem.
Heloísa sorriu, apertando os lábios:
— Que ótimo! Depois de tantos dias, finalmente uma boa notícia. Hoje à noite, vamos todos jantar juntos, em família. — Heloísa mencionou o Kauê. — Vou chamar o Kauê também. Ele não vê a irmã há tantos dias e fica me atormentando todos os dias. Estou quase ficando louca com ele.
Na hora do jantar, como esperado, Kauê apareceu.
— Irmã!
Antes mesmo de vê-lo, já se podia ouvir a voz de Kauê. Logo depois, ele entrou correndo.
Ao ver aquela cena, Ademir não pôde deixar de se lembrar de todas as vezes em que Joyce corria em sua direção. Diziam que os sobrinhos puxavam aos tios, e parecia que isso era mesmo verdade.
— Kauê.
Kauê parou de repente e se virou para olhar Ademir. Eles ainda não haviam se encontrado formalmente.
Kauê perguntou:
— Eu sei quem você é. Você é meu cunhado, não é? — Antes que Ademir pudesse responder, Kauê pareceu se lembrar de algo e franziu a testa. — Não, espera, você é o ex-cunhado! Agora você já