— Karina, não tenha medo. — Ademir apertou a mão dela, a protegendo em seus braços enquanto a conduzia para se esquivar das balas.
O som mais próximo passou tão perto que parecia ter roçado seu ouvido.
— Ademir. — Karina viu com seus próprios olhos uma bala passar de raspão pelo ombro de Ademir. Ela ficou tão assustada que segurou Ademir com força. — Ademir, você está bem?
— Estou bem. — Ademir balançou a cabeça, sorrindo para Karina. — A bala não me atingiu.
Ademir ficou imediatamente em alerta