— Sim. — Karina assentiu sem hesitar.
Era uma situação excepcional, e ela sabia que Ademir não tentaria nada com ela.
Além disso, ela era a intrusa ali. Ele deveria, por direito, dormir na cama.
— Ou talvez eu durma no chão? — Karina sugeriu.
Ademir a encarou em silêncio. Ela estava falando sério? Se ele aceitasse, ainda poderia se considerar um homem?
— Tudo bem. — Ademir jogou o cobertor na cama e disse. — Vamos dormir os dois na cama.
Assim, os dois ocuparam lados opostos da cama,