No meio da madrugada, alguém bateu à porta com força.
Patrícia estava tão sonolenta que mal conseguia abrir os olhos. Irritada, se levantou para atender:
— Quem é?
— Patrícia, sou eu.
Do outro lado da porta, a voz masculina familiar fez com que ela despertasse instantaneamente.
Ela pretendia esperar mais um pouco para conversar sobre o fim do relacionamento, mas parecia que alguém já estava com pressa... O que, no fundo, até facilitava as coisas.
Patrícia abriu a porta. Filipe entrou com um pass