Após terminar de falar, Ademir segurou o rosto dela com as mãos e se inclinou para beijá-la.
Karina fechou os olhos, aceitando o beijo.
Era um beijo de amor mútuo, que deveria ser doce e belo.
No entanto, veio em um momento inoportuno.
As palmas das mãos de Ademir logo ficaram molhadas.
Eram as lágrimas de Karina.
Ele também estava sofrendo, e as lágrimas dos dois escorriam juntas.
Desamparo e tristeza...
— Que tolice. — Ademir passou os dedos pelos cantos dos olhos e pelas bochechas dela. — Por