Por quê?
Por que fazer com que ele a encontrasse, mas só poder olhar enquanto nada podia fazer?
— Karina, Karina...
Ademir segurava Karina em seus braços, sentindo sua temperatura esfriar cada vez mais. O que antes era uma respiração pesada agora se tornava cada vez mais fraca.
Ele parecia perguntar a ela, mas também a si mesmo.
— Diga, o que eu posso fazer?
De repente, uma ideia surgiu na mente de Ademir!
Sangue!
Se não se lembrava errado, o sangue humano continha açúcar!
Ele não estava totalme